domingo, 12 de janeiro de 2014


“As vezes eu me afasto das pessoas, outras… são elas quem se afastam de mim! Fazer falta faz, mais um hora para de fazer e se torna um nada, um algo comum. Tudo passa, assim como as pessoas passam na sua vida e vão embora, as vezes voltam por uma fração de segundos, só pra dar um “oi”, te desejar um bom dia, perguntar como você vai (mesmo ela não estando preocupada se você está ou não bem) ou ela simplesmente te vê por ai, na rua, te encara por um segundo, abaixa a cabeça e continua andando normalmente, como se tivesse visto alguém desconhecido. E realmente ela viu, ninguém nós conhece por inteiro, nem nós mesmo, somos todos completos de um ser chamado “nada”. Tem aquele lado que nós assusta, que nós surpreende e que nós cura. Então eu digo… Eu sou um ser desconhecido para mim mesmo.”

— Suplice.

Nenhum comentário:

Postar um comentário