terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

 “De repente, foi como se o grito das pessoas, o eco do apito final, as lágrimas dos meus companheiros de time, foram todas ouvidas a milhões de quilômetros de distância. E tudo o que sobrou nesse bizarro silêncio, foi apenas Peyton. A garota cuja arte, paixão e beleza mudaram a minha vida. Naquele momento, meu triunfo não foi o campeonato estadual. Foi a simples claridade. A visão de que sempre estaríamos juntos, e qualquer instinto contrário foi negado pela seguinte verdade. Eu era, e sempre serei apaixonado por Peyton Sawyer.”


"A pessoa que quero que esteja do meu lado quando meus sonhos se realizarem. É você. É você Peyton."

O amor é engraçado, ele te faz querer alguém de uma forma tão intensa, que você perde todo o sentido, deixa de lado tudo o que antes costumava serem coisas que te deixavam bem. Mas então chega o amor, e não há mais nada capaz de te deixar melhor se aquela pessoa não estiver presente, sua ausência é como perder tudo o que te sustenta, nada importa. A pessoa te machuca e você ainda necessita dela, você fica mal quando está com ela, mas ainda prefere estar, aliás não estar parece que a dor fica pior. 
E se ela vai embora, você a odeia, odeia tanto que parece que o amor por ela vai te matar, é até irônico em como esses dois sentimentos são capazes de andarem juntinhos. Vejo por mim, eu o odeio, odeio por tudo que tive que passar, por elr ter aparecido e feito todo esse estrago. Mas meu amor por ele é tão forte que tudo que eu eu desejo é a sua felicidade, seu bem-estar e agradeço sempre por tê-lo conhecido e passado esse tempo com ele, e pelos pequenos momentos ao seu lado. 

Todas as razões e motivos pra eu apenas odiar aquele ser foram sufocadas pelo amor. Por isso acho esse sentimento engraçado, e lindo apesar de doloroso as vezes, ele é capaz de superar todos os outros e tornar bonito o que foi feio. Ele vira poesia e é capaz de tocar lá dentro até em quem não está sentindo. Ele move, ele existe, ele vive, ele muda.


D.Luise

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

domingo, 12 de janeiro de 2014


“As vezes eu me afasto das pessoas, outras… são elas quem se afastam de mim! Fazer falta faz, mais um hora para de fazer e se torna um nada, um algo comum. Tudo passa, assim como as pessoas passam na sua vida e vão embora, as vezes voltam por uma fração de segundos, só pra dar um “oi”, te desejar um bom dia, perguntar como você vai (mesmo ela não estando preocupada se você está ou não bem) ou ela simplesmente te vê por ai, na rua, te encara por um segundo, abaixa a cabeça e continua andando normalmente, como se tivesse visto alguém desconhecido. E realmente ela viu, ninguém nós conhece por inteiro, nem nós mesmo, somos todos completos de um ser chamado “nada”. Tem aquele lado que nós assusta, que nós surpreende e que nós cura. Então eu digo… Eu sou um ser desconhecido para mim mesmo.”

— Suplice.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

"Você nunca foi fã daquele meu namorado baixinho. Nem do que tinha mania de perseguição ou o que era vegetariano. Odiou aquele que tirou minha virgindade e nunca entendeu porque é que eu havia ficado tanto tempo com aquele metido a valentão, no ensino médio. Eu me corroía de ciúmes calada, vendo suas mil e uma namoradas entrarem e saírem da sua casa a cada fim de semana. Uma mais indiscreta, sem noção ou peituda, do que a outra. Mas eu não era uma delas, e por isso gostava de você.Eu não precisava bater na porta para entrar na sua casa, não precisava chamar sua mãe de “senhora” e não era substituída por nenhuma loira da bunda maior que a própria cabeça. Você sabia até do meu ciclo menstrual, o quanto eu odiava o inverno e filmes de terror. Nunca deu risada das minhas manias estranhas e assistia Diário de Uma Paixão ao meu lado, a cada término de namoro. A gente era o que ninguém jamais seria. “Melhores amigos? Amantes? Um casal?” Eu te perguntava todas as noites em que você dormia escondido lá em casa, e você respondia seguido de um bocejo: “Somos o que quisermos ser”, e dormia. Mas eu continuava com meus namorados, meus planos para o futuro e sonhava com um marido, três filhos e morar no interior. Você queria ser rico, comprar um carro para cada dia da semana e ir morar em um país em que bigamia fosse permitido. Éramos o que queríamos ser, principalmente opostos. Eu gostava de chá gelado, vodca e coca-cola. Você amava café, whisky e pepsi. Íamos todas as terças-feiras na mesma sorveteria para ficar reparando ou falando da vida dos outros, e ouvir aquela velhinha que quase sempre estava dormindo atrás do balcão dizer, “isso pode dar em casamento!”. Podia mesmo. Mas nunca deu. Te conheci na praça pertinho da escola, você andando de bicicleta e eu procurando meus óculos. Seu pneu encontrou-os por mim. E desde os 6 anos, nós éramos quase que inseparáveis. Mas nunca deu em nada. Nem em casamento, nem em namoro. Foi só alguns beijos atrás da igreja e algumas noites escondidos no seu quarto. Jamais poderia ter dado em algo. Mesmo meus pais te considerando quase um genro e sua mãe amando cozinhar pra mim, nós nunca fizemos parte um dos planos do outro. Mesmo que eu tivesse uma quedinha por você e você tendo ciúmes de tudo que tentasse se aproximar de mim, mesmo eu amando o jeito que você se arrumava e você dizendo que eu tinha “o melhor beijo de língua da cidade”, mesmo seu café tendo cheiro de vida mansa e eu andando de mãos dadas com você sem problema algum, até mesmo namorando. Mesmo no fundo, um amando o outro sem admitir ou saber, nós nunca ficamos juntos.Porque poderíamos ser o que quisermos. Menos um do outro."

 

- Gabriela Machado



domingo, 6 de outubro de 2013

Talvez escrever seja isso, jogar as palavras que te sufocam para fora, enquanto elas dão suas voltas no ar, e enfeitando-nas entre si, entre palavras vão se adaptando ao papel. É quase que inacreditável em como tanta dor, tanta coisa acumulada se transforma em algo tão bonito, tão seduzente de ler. E aquelas frases que mostram o quanto tudo é superável, aquelas que soam uma nova bela vida, uma nova aparência, saídas de tanto desespero, escritas num papel sem mesmo entendê-las e após poder lê-las sentir em ti mesmo todas as capacidades de refleti-las diante de uma nova visão, uma nova fase, revestidas de boas opções.  Afinal, quem é que não quer se revestir de novas histórias pra si mesmo, que te ajudem a levar pra si aquele ar de bom. E porém, é por esta razão que decidi escrever, procurar uma nova visão, um novo, apenas isso, novo
Quem sabe aos poucos posso chegar aonde todos queremos.





D. Luise

"Naquela noite, eu podia ver em seus olhos, na forma que tu se pronunciava, fingindo ao contrário, tentando provar que tudo havia mudado, mas eu via, no fundo dos seus olhos... o brilho que tu perdeu, e eu percebi, tu perdeu tanto quanto eu. Não que isso diminua minha dor, mas sentir tanta vontade de voltar, de reviver, sentir toda aquela sensação, e ter sentido tanto dentro de mim... Que foi único?! Eu estava tao encantada, parece que foi o mais real que eu consegui chegar de um "amor", te digo porém, meu querido, é quase impossível acreditar diante de tudo isso, que para você foi tão normal, tudo tão comum. É meio difícil de acreditar, que juntos, pude me enganar e amar tanto tempo sozinha..."